Ensina-me a viver.
Um dos meus principais objetivos em 2012 é viver melhor.
Viver melhor no sentido de separar melhor as coisas, comer melhor, dormir melhor, trabalhar melhor, relaxar melhor, usar melhor o meu tempo para tudo o que eu tenho que/quero fazer, de acordo com a importância real de cada coisa. Cuidar da minha saúde, física, mental e emocional. Viver com menos: menos cansaço infrutífero, menos angústia, menos insatisfação.
Daí que eu (que não gosto de conselhos, mas adoro uma lista) tenho prestado mais atenção em leituras tipo esses posts que encontrei favoritados no meu Google Reader e achei por bem compartilhar. Vai que você também anda precisando de umas dicas pra se organizar ou andou esquecendo umas coisas óbvias no meio da bagunça do dia a dia, né?
Já desejei feliz ano novo?
55 gentle ways to take care of yourself when you’re busy busy busy
Quantas horas devo trabalhar por dia?
33 Ways to stay Creative
The Only Guide to Happiness You’ll Ever Need
Top 3 melhores presentes de Natal em 2011
[ou "Wish list de Natal: a parte prática da coisa"]
Eu sempre fui aquele tipo de pessoa que detesta ganhar coisa “úteis”, como meias, toalha e calcinhas [beijos tia Mazé], e a internet está cheia de tentações, lojas incríveis e coisas lindas pra gente pôr em wishlists diversas. Além disso sou bem aquele tipo que sai querendo tudo de lindo [e inútil] que vê por aí. Mas esse ano, como resultado de muita reflexão sobre várias coisas [entres elas o consumismo desenfreado], da necessidade pura e simples e da pobreza que assola até a Europa [se até o banco do Silvio e a Europa podem falir, quem sou eu, não é mesmo, minha gente?], minha wishlist de natal foi feita com coisas das quais eu ando realmente precisada no momento.
Atenção, amigos e parentes que tencionam me dar um presente: depois não vale dizer que não sabiam o que comprar.
1. Roupas: um item arriscado visto que tamanho, caimento, modelagem e especialmente gosto são coisas que variam muito. Mas como não tenho o armário da Jojo e como roupa não dura ad eternum [em alguns casos, infelizmente], aqueles famigerados vales presentes de loja de roupa, outrora atestados máximos da falta de criatividade, são meu sonho dourado de presente de natal este ano. Veja só como são as coisas. Renner, C&A, Riachuelo, Hering, 284. Vale tudo, minha gente.
2. Sapatilhas: mesma explicação do item anterior. A propósito, vocês já conhecem a Wishin‘?
3. Um cesto de roupa suja. Não, eu não estou brincando. E na Tok&Stok também tem vale presente, viu, meu povo?
4. Bônus Track: Os Peitinhos de Mariana.
Porque arte também é um item necessário na minha vida. Só precisa descobrir com a Andrea Mello de quem é e onde compra.
sobre a inveja
“A INVEJA nasce da solidão. Do medo da solidão. Aquilo que move o invejoso não é a evidência de que alguém, algures, triunfa à sua frente. É o medo de que o triunfo alheio signifique necessariamente um naufrágio para o próprio. Um invejoso nunca pergunta «porquê ele?». Pergunta, simplesmente, «então e eu?”
Quando você é um arquiteto…
Absolutamente apropriado para esse momento reflexivo de fim de ano, quando tudo começa a desacelerar e finalmente surge um tempo pra pensar na vida, nas escolhas, no ano que passou e no que vai começar.
Faço minhas as palavras de Jody Brown.
[À propósito, seja bem vindo, Dezembro]
“Don’t get me wrong. I absolutely love being an Architect. I’ve been an Architect almost as long as I haven’t been an Architect (don’t try to do the math, please) and at this point I really can’t imagine doing anything else. Actually, I can’t imagine “being” anything else. It’s become more than a profession. It’s become part of the definition of who I am. But, no one really told me it would change every aspect of my perception of the world. No one told me it was going to get under my skin.
No one ever told me, that when you’re an Architect:
- You won’t be able to afford your own taste
- You’ll notice everything that is even slightly out of alignment
- You’ll never look at a building without “reading” the architecture. You’ll only analyze a space, you won’t just experience it. You’ll be a bystander…
- You’ll be endlessly fascinated with natural light and shadows
- You won’t be able to let anything go, your brain will spin, you won’t sleep
- You won’t be able to talk to anyone about what you do. No one will know what an Architect does
- You’ll be weary and content at the same time
- Your back will hurt
- You’ll be less respected than you thought
- Your shyness will be interpreted as arrogance
- You’ll be working on your craft for years, you’ll never feel like you’ve mastered it, but you’ll keep at it, everyday, again, again
- You’ll remember every single thing you did wrong on a project, and that will keep you from seeing everything you did right
- You’ll want to put everything in order, always… But, you may choose not to do that
- When you’re young, your heros will be irrelevant. You’ll figure that out when you get older
- You’ll know a lot less about construction than you thought you would
- You’ll mark the milestones in your life by the projects you were working on at the time
- You’ll come to know a little about everything, you’ll know a lot about just a few things
- You’ll begin to see the built environment as a continuously evolving form, built piece by piece by generations of individual efforts. – You’ll begin to see balance between individuality and community
- You’ll often have an opportunity to be the center of attention, but, you won’t know how to take advantage of that
- You will be interesting….
eventually
Cheers { Coffee with an Architect }”
[Daqui]
indiana + pedro juan
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