Tim Buckley, Jeff Buckley, tão inspirados e tão triste e trágicos. Duas perdas irreparáveis. E a fatalidade ou destino que passa de geração em geração. Foi uma das ideias que me desagradou quando li o “Cem Anos de Solidão”, um dos seus romances preferido bem sei, essa coisa da repetição no seio das famílias, como se não fossemos donos de nós mesmos – divagação fechada.
Achava que a sua versão preferida fosse a do Frusciante. Optou pela original. Gosto de ambas.
Há muitas e boas razões para escutar esta canção mas, como refere no e-mail, a parte em que se canta “here i am, here i am/ waiting to hold you” dispensa comentários.
A versão do Frusciante foi uma das coisas mais bonitas que eu ouvi esse ano…mas, sim, eu prefiro essa… Acho que vou ouvir junto com Si Tu Disai até o dia acabar.
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Jaime
Tim Buckley, Jeff Buckley, tão inspirados e tão triste e trágicos. Duas perdas irreparáveis. E a fatalidade ou destino que passa de geração em geração. Foi uma das ideias que me desagradou quando li o “Cem Anos de Solidão”, um dos seus romances preferido bem sei, essa coisa da repetição no seio das famílias, como se não fossemos donos de nós mesmos – divagação fechada.
Achava que a sua versão preferida fosse a do Frusciante. Optou pela original. Gosto de ambas.
Há muitas e boas razões para escutar esta canção mas, como refere no e-mail, a parte em que se canta “here i am, here i am/ waiting to hold you” dispensa comentários.
Jaime
Nov 15th, 2009
Juliana Alves
A versão do Frusciante foi uma das coisas mais bonitas que eu ouvi esse ano…mas, sim, eu prefiro essa… Acho que vou ouvir junto com Si Tu Disai até o dia acabar.
Nov 15th, 2009
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